sábado, 31 de dezembro de 2011

Kim Jong Un vuelve a visitar Palacio Memorial Kumsusan


Pyongyang(ACNC) -- Kim Jong Un, vicepresidente de la Comisión Militar Central del Partido del Trabajo de Corea y Máximo Dirigente del partido, el Estado y el ejército, volvió a visitar el día 27 el féretro del Dirigente Kim Jong Il y expresó profundas condolencias.
Con los sentimientos de profundo pesar, el Máximo Dirigente guardó un momento de silencio en memoria de Kim Jong Il junto con los cuadros directivos de los órganos del partido, el Estado y las fuerzas armadas deseando su eternidad y dio una vuelta al féretro.
A continuación, custodió el féretro recibiendo a los delegados de las provincias y otros habitantes de distintos sectores que venían a expresar condolencias.
Los participantes en el tributo tomaron la firme decisión de unirse sólidamente en torno a Kim Jong Un, gran sucesor de la causa revolucionaria del Juche, depositando absoluta confianza en él y de luchar y vivir como hombres apasionados con la fe que le sigan y apoyen aún en medio de cualesquier circunstancias adversas.
Le acompañaron en esta ocasión los cuadros directivos de los organismos del partido, el Estado y las fuerzas armadas: Kim Yong Nam, Choe Yong Rim, Ri Yong Ho, Kim Kyong Hui, Kim Yong Chun, Jon Pyong Ho, Kim Kuk Thae, Kim Ki Nam, Choe Thae Bok, Yang Hyong Sop, Ri Yong Mu, O Kuk Ryol, Kang Sok Ju, Pyon Yong Rip, Jang Song Thaek, Kim Jong Gak, Kim Yang Gon, Kim Yong Il, Pak To Chun, Choe Ryong Hae, Kim Rak Hui, Thae Jong Su, Kim Phyong Hae, Mun Kyong Dok, Ju Kyu Chang, U Tong Chuk y Kim Chang Sop.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Sobre as lágrimas dos coreanos e o choro de Bonner




Nas fotos ao lado, publicações dos comunistas brasileiros mostrando que o povo brasileiro não apoiava os ataques ao povo coreano em 1951.

Lembro de mim, criança, lá na avenida C do Nova Assunção, em Fortaleza, chorando - e todo mundo nas calçadas - a morte do Tancredo Neves. Lembro do respeito ao choro de ACM pela morte de seu filho. Lembro de Dona Ruth, e nos dois casos, a tentativa malograda de criar uma comoção nacional foi descarada. Aliás, quem se lembra do Bonner chorando no JN a morte do Roberto Marinho?

Alguém disse: são lágrimas fingidas?
Mas coreano, no Norte, não pode chorar. Ainda mais em massa. Afinal, dia após dia, ironizou-se Kim Jong Il por ser denominado de "querido líder". Como poderiam aceitar ser ele de fato querido? E as piadas sobre suas viagens pelo país? Como poderiam aceitar a referência construída pelo líder coreano, que visitava todo canteiro de obra, escolas, conversando com a população que agora lhe pranteia? Como poderiam entender, ridicularizando a roupa e a aparência de Kim Jong Il, que seu "uniforme militar", na verdade era como uma guayabera coreana, um traje exatamente oposto à imponência, sem uma insignia sequer. Um fato meio óbvio, já que os uniformes militares estavam sempre à vista, ao lado dele, mas o nosso jornalismo golpista é de uma pobreza analítica desconcertante, não fosse a má-fé que a move. Como entender que o governante alcunhado de esquisito é um dos fenótipos mais comuns de coreanos? Ou seja, como entender a identificação do povo da RPDC com seu líder, sem ter de negar tudo o que dele se disse, com racismo até?

E esse negócio das mulheres militares? Armadas! Aliás, esse tal exército com mais de 5% da população, um exército político e forjado na luta contra o imperialismo? Será que é absurdo pensar na admiração popular pelas suas forças armadas, pela sua capacidade de defender seu país contra o Japão e os EUA, depois de todas as atrocidades por eles cometidas? Será que os coreanos não sabem o que houve no Afeganistão, no Iraque, na Líbia? E, sabendo, por que é tão absurdo entender o engajamento nacional na construção da capacidade defensiva que impede o que houve naqueles países? E por que negar-lhes o orgulho por poderem se defender?
Não. Aos coreanos no Norte não se admite mérito nenhum, muito menos que chorem, porque o choro humaniza. Uma vez, numa viagem internacional, vi um coreano meio derretido, olhando um brinquedo. Quando inquiri, soube que pensava nos filhos, procurava algo pra eles...

São pessoas. Não podemos calar quando vez após outra se justificam guerras mentirosas para matar as pessoas em suas casas, invadindo países, massacrando crianças, mulheres, idosos... Na verdade é disso que se trata. E é para impedir essa empatia com as pessoas, que a imprensa do imperialismo não nos deixa vê-las como seres humanos, e demoniza para isso.

Por isso os coreanos no norte precisam ser pintados à luz da caricatura do imperialismo, enquanto os que vivem no Sul são incensados todo dia pela Míriam Leitão. Ninguém fala das sucessivas ditaduras militares na Coreia do Sul, dos 30 mil soldados ianques em seu território, das ogivas nucleares, do apoio econômico e da blindagem estadunidense como parte do "milagre coreano"...

Quanto ao Norte, não se os retrata como cercados, mas sim "um dos regimes mais fechados do mundo". Tem de ser vistos como miseráveis, e não com aquelas roupas que eles mesmo fazem, marca da elegância coreana que observamos no 16º Festival Mundial da Juventude, em 2005, em Caracas. Também não se fala da beleza de Pionguiangue, uma cidade monumento, nem da maneira como se tratam as crianças naquele país, ou de sua educação.

Não se os reconhece como ameaçados e bombardeados, são tratados como os agressivos... E o seu desabastecimento, em vez de resultado de bloqueio, sanções, catástrofes naturais, seria culpa deles mesmos... Mas o pior de tudo, o mais repugnante é ver, mesmo na esquerda, concessões ao imperialismo que busca legitimar mais uma guerra, mais um genocídio, desta vez, outra vez, contra a RPDC.

E o Partido Comunista do Brasil denuncia isso, não se cala ante a ânsia bushista, que se fortalece graças à propaganda anticomunista descarada e à covardia de parte da esquerda que, liberal, não pode fugir de seus pressupostos.

Che Guevara alertou no passado, que ao imperialismo não devemos conceder um tantinho assim, nada! Que tencionava dizer El Che? Que não devemos, por exemplo, fingir que não é conosco quando o imperialismo joga todo o peso ao açular uma campanha de linchamento midiático contra um país bloqueado, ainda mais depois do que se fez nos últimos anos. Primeiro vem a mídia, depois as sanções, e enfim os bombardeios e o genocídio. Chega!

É nessa hora que o internacionalismo proletário se deve expressar em alto e bom som, como fez o camarada Renato Rabelo em corajoso artigo que ensina uma característica indispensável num Partido Comunista que não se vendeu nem se rende: pensar com a própria cabeça. Não ser pautado pela imprensa sabuja do imperialismo. Não conceder em princípios, como o internacionalismo proletário, a solidariedade internacionalista e a defesa da autodeterminação dos povos. O assombro não é estar o PIG onde sempre esteve. O assombro é ver quem denuncia a imprensa golpista, aceitar sua orientação quanto a democracia e geopolítica, fingindo desconhecer as consequências de uma postura pusilânime.
Ainda que nossas histórias sejam muito diferentes, do Brasil e da Coreia. Mesmo que não sejamos partidários do socialismo Juche. A despeito de termos opiniões brasileiras sobre democracia, ruptura, sistema político. Nada disso poderia nos impedir de dizer: é um povo que luta, é um povo que merece ter paz, deve-se respeitar sua soberania, suas fronteiras, é preciso que saiam os ianques da Península, e saiam com suas bombas atômicas, e seus bloqueios e hostilidades.

Isso é solidariedade. É a melhor contribuição que podemos dar ao povo coreano, que luta pela reunificação de sua pátria, dividida pelos EUA, que outra vez se move agressiva e velozmente para moldar o mapa mundial aos seus interesses monstruosos. E suas garras assassinas miram o Irã, a Coreia do Norte e a Síria. Não podemos tolerar isso. Não podemos nos calar ante as manobras do imperialismo. É preciso defender a revolucionária bandeira da PAZ para a Humanidade, o fim da "democratização de bombardeios", das campanhas de demonização desatadas para legitimar o genocídio, essa tara que admite aceitável que um país invada outro, mate seu povo e molde seu regime político e sua economia, com evidentes propósitos de rapinagem.

Não há democrata sincero que concilie ou se omita ante a barbárie imperialista. A 16 de dezembro, lembramos dos 35 anos da Chacina da Lapa. O PCdoB deu seu sangue pela democracia, não precisa esgrimir provas maiores sobre seu compromisso democrático, ao contrário da imprensa golpista, lambe-botas da Ditadura, vendida ao imperialismo, com "jornalistas" a soldo da CIA.


Por Paulo Vinícius Silva
http://coletivizando.blogspot.com/

domingo, 25 de dezembro de 2011

Os Estados Unidos contra a Coréia do Norte: Quem são os demônios?

O povo americano deve, nas palavras de Brian Willson, veterano da Guerra do Vietnã "colocar-se na posição das pessoas que vivem em países-alvo. Notadamente a Coréia do Norte, uma nação de 24 milhões de pessoas, ou seja, um vigésimo da população dos EUA, uma terra um pouco maior em área do estado da Pensilvânia, continua a ser uma das nações mais demonizadas e menos compreendidas, deixando perplexo o povo coreano".

O que a maioria das pessoas na América não sabe - e que é particularmente relevante saber quando se avalia as "ameaças" da Coreia do Norte para a paz mundial - é que a Coréia do Norte perdeu trinta por cento de sua população como resultado de bombardeios dos EUA em 1950. Fontes militares dos EUA confirmam que 20 por cento da população da Coréia do Norte foi morta durante um período de três anos de bombardeios intensivos:

"Depois de destruir cidades, centenas de vilas e aldeias, e matando um número incontável de seus civis, o general Le May disse:" Durante um período de três anos os norte-americanos assassinaram um terço da população da Coréia do Norte, entre 1950 e 1953, um percentual de mortalidade sem precedentes sofridopor uma nação devido a beligerância com outra nação (Citado em Richard Rhodes, "The General and World War III", p. The New Yorker, 19 de junho de 1995, 53.). Mas no caso da Coréia, não foi uma guerra de beligerância, como quer fazer crer o general, mas uma tentativa de invasão puramente imperialista, que resultou na criação do Paralelo 38 N. Outro fato a se destacar é que os Estados unidos da América recorreram às Nações Unidas, reunindo apoio de outros países ocidentais imperialistas (ou subservientes ao imperialismo), para promover um ataque de verdadeiro terrorismo de Estado na Coréia.

Em comparação, durante a Segunda Guerra Mundial, o Reino Unido perdeu 0,94% de sua população, a França perdeu 1,35%, a China perdeu 1,89% e os EUA perderam 0,32%. Durante a guerra da Coréia, a Coréia do Norte perdeu 30% de sua população, o que significa que cada família na Coréia do Norte perdeu um ente querido no curso da Guerra da Coréia.

Esses números de mortes de civis na Coréia do Norte também devem ser comparados com aqueles compilados para o Iraque pela Study Lancet (John Hopkins School of Public Health). O estudo da Lancet estimou um total de 655 mil mortes de civis iraquianos, após a invasão liderada pelos EUA (Março de 2003 - Junho de 2006).

Os EUA nunca se desculparam por ter matado 30 por cento da população da Coréia do Norte. Muito pelo contrário. O principal impulso da política externa dos EUA foi para demonizar as vítimas dos EUA.

Por mais de meio século, Washington tem contribuído para o isolamento político e empobrecimento da Coréia do Norte. Além disso, as sanções patrocinadas pelos EUA em Pyongyang tentam contribuir para desestabilizar a economia do país. O isolamento e o bloqueio, além das dezenas de bases militares norte-americanas na Coréia do Sul (Coréia ocupada), transformada em depósito de bombas nucleares norte-americanas, servem apenas para ameaçar e tentar chantagear a Coréia do Norte ao longo das últimas décadas.

A Coreia do Norte tem sido retratado como parte de um "eixo do mal". Para quê?

A Coréia do Norete é uma vítima da agressão bélica dos EUA agressão militar, mas é retratada como um país belicista, "Rogue State", um "estado patrocinador do terrorismo" e uma "ameaça à paz mundial". Essas acusações estilizada tornaram-se parte de um consenso na mídia ocidental, que não ousamos questionar. A mentira torna-se a verdade. A Coréia do Norte é anunciada como uma ameaça. A América não é o agressor, mas "a vítima".

A intenção de Washington desde o início, era destruir a Coréia do Norte e demonizar toda uma população. Os EUA também estavam no caminho da reunificação do Norte e Sul da Coréia.

As pessoas em toda a América deveriam colocar a política de lado e avaliar o sofrimento e as dificuldades do povo da Coréia do Norte. VO veterano de guerra Brian Willson fornece uma avaliação do sofrimento do povo norte-coreano:

"Todo mundo com quem eu conversei com, dezenas e dezenas de pessoas, perdeu um, se não muitos membros da família durante a guerra da Coréia, especialmente a partir do bombardeio contínuo, muitas delas incendiárias e napalm. Bombas despejadas praticamente todos os espaços no país." Todos os meios de comunicação, cada instalação de fábrica, cidade e aldeia "foi bombardeada por ordem do general MacArthur no outono de 1950. Ele nunca parou os bombardeios massivos até o dia do armistício em 27 de julho de 1953. As memórias de dor das pessoas ainda são óbvias, e sua raiva contra a "América" é muitas vezes expressa, apesar de serem muito acolhedores e graciosos comigo. Dez milhões de famílias coreanas foram permanentemente separadas uns dos outros devido à militares que patrulham a linha divisória que abrange 150 quilômetros de diâmetro na península inteira.

Vamos deixar bem claro aqui para os leitores ocidentais: a Coréia do Norte foi praticamente totalmente destruída durante a "Guerra da Coréia." O arquiteto dos EUA para esta destruição foi o general Douglas MacArthur, que utilizou criminosas campanhas aéreas coordenadas pelo Strategic Air Command, en cabeçado pelo general Curtis LeMay que tinha orgulho de realizar em 15 de agosto de 1945 contínuos bombardeios incendiários no Japão, destruíndo 63 grandes cidades e assassinando um milhão de cidadãos. (As bombas atômica lançadas em Nagasaki e Hiroshima matou muito menos gente). Oito anos mais tarde, depois de destruir 78 cidades da Coréia do Norte, destruindo centenas de aldeias e vilas, e matando um número incontável de seus civis, LeMay disse: "Durante um período de três anos nós matamos vinte por cento da população "Acredita-se agora que a população do norte do paralelo 38 perdeu quase um terço da sua população de 8 a 9 milhões de pessoas durante os 37 meses da longa guerra de ocupação - 1950 a 1953, talvez tenha sido um percentual de mortalidade sem precedentes sofrida por uma nação na história recente.

Virtualmente toda pessoa queria saber o que eu pensei das acusações recentes de Bush e Hillary Clinton sobre a Coréia do Norte como parte de um "eixo do mal". Eu compartilhei com eles a minha indignação e medos, e eles pareciam aliviados ao saber que nem todos os "americanos" são tão cruéis e belicosos. Tal como acontece com as pessoas em tantos outros países com os quais os EUA têm tratado com hostilidade, eles simplesmente não conseguem entender porque os EUA estão tão obcecados com eles. "(Brian Willson, Coréia e o Eixo de Pesquisa, Evil Global)

Mudar o regime: o que vem à frente para a Coréia do Norte?

Enquanto EUA-Otan promovem guerras de conquista na esteira do que é eufemisticamente chamado de era pós Guerra, resultando em milhões de mortes civis, a América do Norte está confirmando seu desejo de ser o guardião da democracia e da Paz Mundial, enquanto promove imperialismo.

É uma amarga ironia, de Washington argumentar "papel de restabelecimento da paz" em relação à Coréia do Norte, como foi casualmente confirmado em um comunicado por Hillary Clinton, secretária de Estado, após a morte na RPD Coréia do líder Kim Jong Il. Clinton "pediu para a Coréia do Norte abraçar uma nova liderança no caminho da paz": "Estamos profundamente preocupados com o bem-estar do povo norte-coreano e os nossos pensamentos e orações estão com eles durante estes tempos difíceis".

O porta-voz do Departamento de Estado esclareceu que as palavras de Clinton não constituíam como uma expressão de "condolências", mas foram feitos como "um sinal de nossas expectativas e esperanças para o novo regime" apontando para um cenário de mudança de regime com a desculpa de democratização sob a bandeira da "Responsabilidade de Proteger" (R2P).

Nas palavras de Hillary Clinton, o mandato de Washington é o "bem-estar do povo norte-coreano". Mas as palavras de Clinton são vazias e traiçoeiras. O governo norte-americano fez o mesmo discurso antes de atacar o Kosovo, o Afeganistão, o Iraque e a Líbia. E o mundo não pode esquecer que em 1950, durante três anos de “bombardeios humanitários”, os EUA assassinaram um terço da população da Coréia do Norte.

Artigos de Pesquisa globais por Michel Chossudovsky

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Viva Kim Jong Un! Viva a RPD Corea!


Manifestamos nosso apoio e total solidariedade ao trabalho histórico a ser realizado pelo general Kim Jong Un, continuador da heróica luta anti-imperialista.
Dando prosseguimento ao trabalho colossal, honrado e corajoso dos imortais líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il, o general Kim Jong Un reunificará a Coreia e consolidará o país em potência próspera.
A RPD Coreia é hoje um exemplo para todos os povos do mundo na luta contra o imperialismo. Um país soberano, governado por heróis mundiais como a RPD Coreia, está fadado a conquistar vitórias e a derrotar seus inimigos, mediante a ideologia Juche e à vontade soberana e inquebrantável do valente povo coreano.
Viva a República Popular e Democrática da Coreia socialista!
Viva o general Kim Jong Un!

Comitê Brasileiro de Solidariedade a RPD Coreia

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

COMITÉ DE AMISTAD Y SOLIDARIDAD CON LOS PUEBLOS


Nos ha ocasionado una gran tristeza la sorpresiva desaparición física del Querido Dirigente y Gran Líder KIM JONG IL, Secretario General del Partido del Trabajo de Corea, Comandante Supremo del Ejercito Popular de Corea y Presidente del poderoso Comité de Defensa Nacional del EPC. Esta irreparable perdida ha causado un inconmensurable dolor en los pueblos del mundo, por que el c. KIM JONG IL era el adalid de la lucha anti-imperialista y el líder de la lucha por el socialismo y la independencia.

KIM JONG IL nació en febrero de 1,942 en medio del fragor de la lucha antijaponesa, creció y se nutrió de la lucha contra los invasores yanquis durante la guerra de liberación (junio 1950 – julio 1953). Toda su vida lo ha dedicado a la causa del pueblo coreano, al lado de su querida madre la heroína KIM JONG SUK y de su querido padre el Gran Líder KIM IL SUNG. Es fruto de un pueblo y de una familia revolucionaria, nunca descansó por hacer de Corea una potencia socialista y lograr la reunificación de la patria coreana. El Querido Dirigente no dejó de existir en un lecho, sino trabajando por el bienestar de su pueblo y de los pueblos del mundo, recorriendo la península coreana, dirigiendo el trabajo en el terreno, inspeccionando las obras, desplegando grandes esfuerzos para celebrar en abril del próximo año el Centenario del Nacimiento del Gran Líder KIM IL SUNG en un escenario donde la Republica Popular Democrática de Corea se irradie al mundo.

KIM JONG IL, como Gran Líder genial, moderno y futurista imprimió grandes líneas de trabajo, hacer de Corea un país de talentos, desarrollar tecnología de punta en todas las actividades económicas, incursionar en el mercado internacional con calidad, cantidad y precios competitivos, llamó a los trabajadores a educarse y prepararse mucho mas, a cuidar el medio ambiente a impulsar el desarrollo de la industria ligera y la industria pesada. En la RPDC, desarrollo económico, justicia social y preservación del medio ambiente van de la mano. La transformación de la naturaleza y la sociedad es en función al bienestar de la persona humana, que es el objetivo de la sociedad socialista humanocentrica.

El c. KIM JONG IL es inmortal, sus ideas plasmadas en la infinidad de obras que ha escrito perdurarán, serán nuestras guías en nuestro accionar por un mundo mejor, por un mundo colectivista y de trabajadores. La Idea Juche y el Sasusong creadas por el c. KIM IL SUNG y desarrollada a nuevos niveles por el c. KIM JON IL serán faros en la lucha de los pueblos contra el neoliberalismo y el imperialismo, y por construir un nuevo mundo de justicia, solidaridad, paz e independencia.

¡ GLORIA ETERNA AL CAMARADA KIM JON IL ¡
¡ VIVA EL SOCIALISMO ¡
Lima, 19 de diciembre de 2011

COMITÉ DE AMISTAD Y SOLIDARIDAD CON LOS PUEBLOS - PERÚ
ELEAZAR RAMOS LOARTE

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O mundo chora a perda de um dos maiores líderes da história: faleceu Kim Jong Il


O grande líder mundial Kim Jong-Il, de 70 anos, faleceu no sábado 17 de dezembro às 8H30 (21H30 de Brasília, sexta-feira), anunciou emocionada uma apresentadora do canal de televisão estatal da RPD Coreia.
O líder deu continuidade ao trabalho honrado e heróico de seu pai, o fundador da Coreia Socialista e Democrática, Kim Il Sung, o libertador do país frente à invasão japonesa e comandante de vitórias inesquecíveis contra potências imperialistas durante a Guerra da Coreia.
Os presidentes dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, o imperialista Barack Obama e o traidor Lee Myung-Bak, conversaram por telefone e concordaram em reforçar a cooperação em termos de segurança. Em outras palavras, utilizarão este momento de comoção nacional na Coreia Socialista para aumentar as ameaças de guerra e ataques covardes contra um povo que jamais se rendeu e que derrotou seus inimigos históricos ao longo das últimas décadas.
O traidor presidente da Coreia do Sul pediu a seus cidadãos que mantenham a calma após o impacto provocado pelo anúncio da morte do líder norte-coreano.
“O presidente Lee pede à população que compareça a suas habituais atividades econômicas sem alvoroços”, afirmou uma alto representante da presidência, tentando criar pânico entre a população para facilitar o confronto militar desejado pelos norte-americanos, onde irmãos coreanos combateriam entre si, para facilitar a dominação imperialista yanque.
O governo sul-coreano convocou em caráter de urgência um Conselho de Segurança Nacional, segundo a agência Yonhap.
A China, país aliado histórico da Coreia do Norte, apresentou nesta segunda-feira “profundas condolências” pela morte do grande líder Kim Jong Il.
O governo japonês também convocou uma reunião do gabinente de segurança e expressou condolências pela morte de Kim Jong Il, um ato inesperado pelas relações tensas entre os dois países.
“O governo expressa condolências após o repentino anúncio da inesperada morte do presidente da Comissão de Defesa Nacional da Coreia do Norte, Kim Jong Il”, declarou o porta-voz do governo, Osamu Fujimura.
“O governo japonês espera que esta situação não tenha consequências negativas para a paz e a estabilidade da península coreana”, completou. Na verdade, as autoridades japonesas subservientes ao imperialismo norte-americano, temem prestar contas dos crimes cometidos pelo Japão na invasão e ocupação da Coreia.
A KCNA informou que o líder Kim Jong Il faleceu em consequência de um “infarto do miocárdio severo e de uma crise cardíaca” quando viajava de trem em um de seus deslocamentos habituais para fora da capital, para verificar obras do governo em benefício da população. O líder morreu trabalhando, lutando pelo seu povo e pela sua pátria.
O funeral acontecerá no dia 28 de dezembro em Pyongyang, segundo a KCNA. O período de luto foi declarado de 17 a 29 de dezembro.
As Bolsas de Seul e Tóquio registraram baixas expressivas nesta segunda-feira após o anúncio da morte de Kim Jong Il.
Em Seul, o índice KOSPI perdeu 3,43%, a 1.776,93 pontos, em consequência da incerteza sobre o futuro do vizinho Estado socialista, que possui armamento nuclear para sua defesa, em função das ameaças constantes do imperialismo norte-americano.
Em Tóquio, a queda foi de 1,26%. O índice Nikkei cedeu de 105,60 pontos, a 8.296,12 unidades.
O grande líder Kim Jong Il cumpriu sua missão histórica de trabalhar incansavelmente, até o seu último sopro de vida, pelo progresso da Coreia, dando continuidade às lutas e batalhas heróicas de seus pais, imortais heróis nacionais.
Graças ao trabalho honrado e à coragem do grande líder Kim Jong Il, a República Popular e Democrática da Coreia é hoje uma nação próspera e soberana, capaz de enfrentar as grandes potências militares do ocidente e do oriente, com uma tecnologia de guerra inspirada no ideal Juche, que permitiu ao país desenvolver armamentos nucleares para se defender das ameaças constantes do imperialismo norte-americano.
A República Popular e Democrática da Coreia é uma nação forte e soberana, que jamais se dobrará às potências imperialistas. É um exemplo para todos os povos do mundo de luta em defesa da justiça e da liberdade.
Vida eterna para os líderes imortais Kim Il Sung e Kim Jong Il.

a) Comitê Brasileiro de Solidariedade à República Popular e Democrática da Coreia

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Defensor del socialismo, Kim Jong Il Comandante Supremo del Ejército Popular de Corea



Hace 20 anos, el día 24 de diciembre de 1991, el Dirigente Kim Jong Il fue nombrado como Comandante Supremo del Ejército Popular de Corea(EPC).
El tiempo transcurrido merece ser registrado en su brillante historia.
Kim Jong Il llevó al colmo la capacidad defensiva del país.
Nombrado como Comandante Supremo del EPC cuando el socialismo fue desplomado en la desaparecida Unión Soviética y varios otros países y las fuerzas aliadas imperialistas encabezadas por Estados Unidos, autodenominado “ ganador de la guerra fría”,practicaban coacción y arbitrariedad, tras de la guerra Pérsica, envaneciendo de su “potencialidad,”, Kim Jong Il fortaleció la capacidad defensiva del país en todos sus aspectos.
Presentó un original principio Songun de que el ejército garantiza la existencia del Partido, Estado y pueblo y prestó primordial atención al fortalecimiento del Ejército Popular, componente principal de la fuerza defensiva del país.
Relaizó ininterrumpida visita de inspección a las unidades militares, preparando al EPC como ejército fuerte en la ideologia y confianza, plenamente dispuesto a consagrar sin vacilación alguan la vida para defender a su líder, su régimen y su pueblo y como el invencible, dotado de originales métodos de combate y tecnología militar y provisto de potentes medios de ataque y de defensa.
También se interesó profundamente por el aumento de la combatividad de la Milicia Roja Obrero-Campesiana y otras fuerzas armadas civiles y logró que todo el país fuera como una inexpugnable gortaleza.
Presentó una línea de la construcción económica, la de fomentar primero la industria de defensa nacional e hizo modernizar la industria de defensa nacional con la fuerza, tecnología y recursos autóctonos, en virtud de lo cual hoy Corea puede producir cuanto quiere cualquier armamento de ultimo tipo para la guerra moderna, y tiene incluso la potente capacidad de disuación nuclear.
Kim Jong Il defendió con éxito el socialismo.
Cuando él ocupaba el cargo del Comandante Supremo los imperialistas y sus voceros, lanzando gritos de alegría ante sucesivo derrumbe del socialismo en varios países, vociferaron que este istmo era errado en su ideal.
Muchas personas del mundo que aspiraban al socialismo o simpatizaban con este, se empezaron a desesperar y titubear.
Kim Jong Il tomó la delante de la batalla ideológica para defender el socialismo.
Publicó varias obras, entre ellas Lecciones históricas de la construcción socialista y la línea general de nuestro Partido(enero de 1992), la difamación del socialismo no será tolerada (marzo de 1993) y el socialismo es ciencia (noviembre de 1994), en las que aclaró la legitimidad de la construcción de la sociedad socialista y su indispensabilidad histórica y las vías fundamentales para llevarla a la victoria, asentando el socialismo sobre unevo fundamento científico.
Orientó al pueblo coreano ganara el combate de a muerte contra las fuerzas aliadas imperialistas que intentaban estrangular el socialismo.
En marzo de 1993 cuando acaeció la crisis nuclear en la Péninsula Coreana que ponía en tensión al mundo, Pyongyang proclamó en estado de preguerra y la retirada del tratado de la No Proliferación de las Armas Nucleares, una declaración de bomba.
Kim Jong Il enalteció al ejército como principal ejecutor de la causa socialista y logró que todos los civiles aprendieran del espíritu revolucionario de los militares, de manera que todos funtos se alzaran decididamente en la lucha por defender el socialismo.
Realizó continuamente visita de orientación a lo largo y ancho del país, dando origen a anécdotas como las leyendas sobre su amor y confianza cifrados en las personas, lo cual consolidó más la unidad monolítica de la sociedad coreana y el terreno político del socialismo.
Corea mantuvo firmemente la idea y el principio socilista y practicó constantemente las políticas de carácter socialista como la ensenanza obligatoria y la asistencia médica gratuitas aun cuando pasaba pésimas dificultades.
Kim Jong Il abrió una nueva era de la construcción de un Estado socialista, poderoso y próspero.
En agosto de 1998 Corea lanzó el satélite artificial de la Tierra Kwangmyongsong-1,producto nacional en ciento por ciento. De seguida se propuso magno proyecto de la construcción de una gran potencia socialista próspera, lo cual asombró a la comunidad internacional que consideraba como un milagro el echo de que Corea había mantenido su existencia frente a las extremadas maquinaciones de aislamiento y estrangulación de los imperialistas. Muchas personas lo consideraban una cosa increíble.
Pero se quedaron convencidas de lo mismo presenciando maravillas acaecidas en poco más de 10 anos en Corea: toma de dominio de CNC, tecnologia de punta para la industria mecánica y su introducción en todos los sectores de la economía; el establecimiento del nuevo sistema de producción de hierro basado en las materias y la tecnología autóctonas; la modernización de la industria de vinalon; la producción de abonos mediante la gasificación de la antracita; la construcción de 100 mil viviendas en la ciudad de Pyongyang y otros edificios monumentales a lo largo y ancho del país, y un salto trascendental que se da en el mejoramiento de la vida población.
De más decir está que esto no es sino el resultado del proyecto y la orientación del Comandante Supremo Kim Jong Il, máximo dirigente de la Corea socialista.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Para la emancipación de las mujeres



Kim Jong Suk (24 de diciembre de 1917-22 de septiembre de 1949) calificada como heroina antijaponesa por el pueblo coreano, fue eminente activista que consagró toda su vida para la liberación social de las mujeres y el desarrollo del movimiento femenino.
En el período de la dominación colonialista del imperialismo japonés(1905-1945) orientó a las mujeres a que se alzaran en la lucha por liberar el país y a sí mismas.
Tempranamente participó en la gran guerra antijaponesa dirigida por Kim Il Sung,fundador de la Corea socialista, gozó fama como “heroína antijaponesa”, “generala del Paektu” y formó a muchas mujeres como excelentes revolucionarias.
Cuando cumplía la clandestinidad desde abril de 1937 durante varios meses en Taoquanli, China, alfabetizó a las mujeres necias y obscurantistas, les dió a conocer el principio de la revolución y organizó con ellas la asociación de mujeres antijaponesas. Si las mujeres quieren lograr su liberación social, recuperar derechos e igualdad, tienen que movilizarse en al lucha revolucionaria antijaponesa dirigida por Kim Il Sung, dijó e hizó que ayudaran por todos los medios al Ejército Revolucionario Popular de Corea. Además, las orientó a que desempenaran un gran papel en la exploración de la situación enemiga, cosa necesaria para la exitosa operación militar del ERPC, que salió victorioso el 4 de junio de 1937 en el combate del Pochonbo que, dir´ase, declaró ante todo el mundo que la nación coreana no sería esclava del imperialismo japonés, haría frente a este y lograría a todo trance la independencia, lo cual se debió a los méritos de Kim Jong Suk y otras mujeres.
A principios de la década de 1940 se efectuó entrenamiento militar- político para el combate final para la liberación del país.
Entonces Kim Jong Suk mostró ejemplo en los ejercicios de paracaidismo, de cruce del río y de esquí, disciplinas dificiles incluso para hombres, estimulando a sus colegas a que fueran calificadas de buenas.
Después de la libeación del país (agosto de 1945) mientras secundaba activamenete al mandatario Kim Il Sung, alentó a las mujeres a que se alzaran como un solo hombre en la construcción de una nueva sociedad.
En eso el movimiento femenino de Corea se vio enfrentado desde la redacción de su programa con varias opiniones: la de heredar tal como era, el programa de defensa de los derechos humanos por el que en al época colonial abogaban las mujeres de la clase propietaria y la de transcribir al pie de la letra el programa de la liberación de las muijeres desposeídas que reclamaban anteriormente las activistas socialistas.
Informada de esto, Kim Jong Suk presentó su opinión de que todas las mujeres debían esforzarse para construir la República Popular Democrática de Corea, principal tarea política del Partido del Trabajo de Corea y esta debía ser la primera tarea de la Unión de Mujeres Democráticas de Corea.
Además sugirió a las directivas de la Unión incluir en la plataforma liberar completamente a las mujeres de la explotación colonialista y feudal, elevar su posición e los campos políticos y económico, poner coto al vicio feudal que desdena a las mujeres, emancipar a estas de la nececidad y oscurantismo seculares y otras cosas por el stilo.
El primer programa de la UMD de la Corea elaborada en virtud de su gran interés fue aprobado por unanimidad de los asistentes a la Primera Conferencia de la UMD efectuada en mayo de 1946, y las mujeres y sus organizaciones llegaron a tener metas claras.
Kim Jong Suk se interesó también por afianzar la UMD e incorporar a esta a grandes masas femeninas. En su encuentro con las cuadros de la UMD dijó que esta debía ser la organización de todas las coreanas amantes del país, organización política de estas que se empenaban en construir una nueva Patria y que la unión de las mujeres que representaban la mitad de la población constituiría una gra fuerza.
El número de los miembros de la UMD que era apenas de 150 mil en noviembre de 1945 cuando se fundaba, se aumentó en un millón a finales de 1946.
Kim Jong Suk concedió gran importancia a la elevación de la preparación ideo-política de las mujeres, se confundió con estas e hizo la laborpolítica.
En su visita a la Fábrica de procesamiento de Maíz de Pyongyang, la entonnces Hilandería de Pyongyang y muchas otras fábricas, exhortó con fuerza a las mujeres a la construcción de una nueva sociedad.
Participó antes que nadie en la obra de regulación del curso del rìo Pothong, primera geotransformación en el país, incitando a muchas mujees a que se incorporaran a esta empresa patriótica, a que mostraran lo capaces que eran las coreanas.
Para cumplimentar la sugestión de Kim Il Sung de que la UMD formara las oficinistas necesarias para la construcción del país, se ofrecióactivamente en al instauración de una escuela de tecnología femenina-modelo para formar las oficinistas y técnicas.
En Corea a corto tiempo de liberación las mujeres se prepararon como competentes protagonistas de la construcción de la nueva sociedad.
Los valiosos méritos de Kim Jong Suk realizado en la emancipación de las mujeres y la intensificación y el desarrollo del movimiento femenino perpetuarán funto con la Corea socialista en constante progreso.